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Mais financiamento, mais emprego no setor imobiliário

Mesmo com a possibilidade de alta na taxa de juros Selic pelo Banco Central, o setor imobiliário continua otimista com as projeções para 2021. O presidente da Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Luiz Antônio França, rasga elogios à iniciativa da nova linha de crédito imobiliário lançada pela Caixa Econômica Federal, que vincula a correção aos rendimentos da poupança. “Permite um financiamento com uma taxa mais baixa”, diz. Segundo França, linhas alternativas, corrigidas por índices mais suaves, são um cardápio mais variado às diferentes necessidades do comprador de imóvel e impulsionam os negócios. O setor prevê crescimento de cerca de 35% este ano.

Mais espaço de sol

A pandemia já provocara, no ano passado, crescimento da demanda de imóveis pelo público com maior poder aquisitivo. Coberturas e casas com mais espaço se tornaram objeto de desejo de famílias, obrigadas a passar mais tempo na residência diante das medidas de isolamento ou de restrição à circulação impostos pela Covid-19. Juros baixos, maior demanda e os efeitos da pandemia fizeram a construção civil contratar mais 112 mil trabalhadores em 2020.

Demanda futura

Ainda há déficit de 7,8 milhões de residências no Brasil. Esse número cresce anualmente em pelo menos mais um milhão. A Abrainc prevê mercado aquecido pelos próximos anos. "Precisamos solucionar um déficit de 11 milhões de lares até 2030”, explica França.

Rede furada

Após o anúncio do fechamento das fábricas da Ford no Brasil, as vendas da montadora com veículos novos, cerca de R$ 1,4 bilhão em dezembro de 2020, despencaram mais de 70% em fevereiro. A Ford vai comercializar no país apenas carros importados, que responderam por menos de 1% do mercado em fevereiro. A rede de distribuidores terá de oferecer assistência a milhões de donos de carros da marca, 500 mil ainda estão em período de garantia. E isso atuando em mercado sete vezes menor, com veículos como Ranger, Mustang e Territory.

Comida para…

Ana Maria Diniz e Geyze Diniz, respectivamente filha e esposa do empresário Abilio Diniz, resolveram reacelerar o União SP, que distribui cestas básicas para comunidades carentes no Estado. A Península Participações, empresa de investimentos de Abilio, doa neste mês R$ 1 milhão para a causa. O valor se soma aos R$ 4 milhões já doados em 2020 ao União SP.

Geyze e Ana Maria estão batendo na porta de empresas e da sociedade civil para retomada de doações. O objetivo é a distribuição de 100 mil cestas básicas para famílias em situação de vulnerabilidade no estado de São Paulo.

… quem precisa

“A situação da fome em 2021 é mais grave que a de 2020. Não há mais o auxílio emergencial. E quebraram muitos negócios nas comunidades mais necessitadas”, afirma Ana Maria Diniz. A reaceleração das doações toma como base pesquisa do Instituto Locomotiva, em parceria com a Data Favela e a CUFA, que entrevistou dois mil moradores de 76 favelas brasileiras agora em fevereiro. Cerca de 7 em cada 10 (68%) pessoas que vivem nessas favelas afirmam que a pandemia fez piorar a sua alimentação.

Bus legal

Representantes de transporte rodoviário interestadual e intermunicipal de passageiros querem urgência na aprovação do projeto de lei 3819/2020 que cria critérios para aprimorar o modelo atual de autorizações de operação de linhas. ABRATI (Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros) e CNT (Confederação Nacional do Transporte) se uniram para defender a abertura de mercado e combater o transporte clandestino, além de ampliar a oferta, com foco na melhoria do serviço oferecido.

IA no condomínio

A Lello Condomínios, maior administradora de condomínios de São Paulo, está investindo R$ 5 milhões na modernização de seu sistema de pagamentos. Integrando recursos como inteligência artificial, algoritmos, digitalização de imagens e gestão integral de tributos, o novo sistema promete dar maior transparência e agilidade aos pagamentos, além de aumentar a segurança de gestão de dados.

Cultura gera empregos

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa ficou em segundo lugar entre as pastas no ranking de geração de empregos de 2020 do Governo de São Paulo. Entre as 800 mil novas oportunidades, 142 mil correspondem aos programas de fomento a projetos culturais – que tiveram investimento recorde de R$ 177,2 milhões. “Um dos maiores objetivos da Secretaria de Cultura e Economia Criativa é potencializar a geração de emprego e renda no setor, principalmente neste momento de pandemia e adversidade”, afirma o secretário Sérgio Sá Leitão.

Mulheres que fazem

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa ocupa a terceira posição entre as pastas com mais mulheres em cargos de liderança nos 26 órgãos de Administração Direta do Governo de São Paulo. Elas assumem 72% dos postos de chefia no primeiro e segundo escalões, segundo pesquisa realizada pela Casa Civil.

 

Fonte: exame.com



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