Entre em contato através do nosso WhatsApp.
Contato Via

10 dicas que vão te ajudar a escolher os materiais certos para a sua obra

Publicado em 21 de agosto de 2024

Para você que deseja construir, os cuidados devem começar antes mesmo de iniciarem as obras. Pensar no projeto, adequá-lo ao local onde será construído, e escolher os materiais certos para a sua necessidade são fundamentais para garantir segurança e durabilidade da construção.

Para ajudá-lo nestas etapas, selecionamos 10 pontos que devem ser levados em consideração na hora de decidir os materiais corretos para a sua obra, sem colocar a sua estrutura em risco.

1. Durabilidade

Com o projeto em mãos, pensado e elaborado por um profissional capacitado, o próximo passo é listar o que será necessário comprar e avaliar a durabilidade de cada material. É importante questionar aos fornecedores o tempo de vida útil de cada um deles. E lembre-se de levar em consideração se o material tende a oxidar, principalmente se o seu negócio se localiza em regiões litorâneas.

2. Sustentabilidade

Muito além do ecologicamente correto, o conceito de sustentabilidade quando aplicado em sua obra pode te poupar trabalho e dores de cabeça. A começar pelo descarte correto do material após a construção.

A escolha de itens que geram menos resíduos, automaticamente, resulta em menos um processo da obra em que você deve depositar mais atenção.

Além disso, pensar em possibilidade de reutilização, reciclagem e tempo de decomposição, e escolher os produtos que seguem por essa linha vão resultar em uma obra sustentável.

3. Composição

Conhecer a composição e propriedades do produto ajudam a entender os benefícios da escolha. Pode parecer técnico, mas conhecer mais detalhes do material previne, inclusive, futuros problemas como substituições.

Quando esse quesito é levado em consideração, possibilita também que a pessoa fique atenta se é necessário fazer manutenções e em que frequência, ou se o produto tem vida útil indeterminada.

A resistência, que garante a firmeza e confiabilidade, pode evitar até incêndios quando o cliente optar por um produto que seja resistente ao fogo.

Outros quesitos que podem ser levados em consideração são: capacidade térmica, visando o conforto, já que vivemos em um país tropical e o isolamento acústico.

4. Medidas

Tirar medidas e verificar se o material é adequado ao espaço destinado, assim como anotar código de cores, pode evitar retrabalhos e até possíveis prejuízos.

5. Custos

A expressão “o barato sai caro” não poderia ser melhor aplicada para o ítem custo. Sabemos que ao pensar em construir, é necessário estipular um teto limite de gastos, mas é indispensável não colocar o preço na frente da qualidade. Pensar a longo prazo também ajuda na escolha.

6. Aparência

O mundo não vive de aparências, mas digamos que ela tem um peso grande, não é verdade? Pois bem, a obra reflete estilos e gostos e a escolha do material é fundamental para que ela fique da forma que você pensou. Então, leve a aparência em consideração sim, mas sem deixar a qualidade de lado.

7. Marca

Escolher a marca é importante, mas outros fatores devem ser avaliados nesse processo.  Lembre-se sempre de procurar informações sobre a marca, se já está há bastante tempo no mercado ou se traz alguma inovação, e se tem boas avaliações dos seus compradores (a internet pode ajudar nesse momento). Procurar saber o que profissionais da área falam e pensam sobre ela também pode ajudar.

8. Acabamento

O momento do acabamento é muito esperado, pois é quando conseguimos perceber que aquele projeto, de fato, saiu do papel. No entanto, é nessa etapa que os detalhes fazem a diferença, e podem onerar mais na obra também. Por isso pensar em ‘materiais inteligentes’ pode diminuir trabalhos e custos. Alguns, inclusive, dispensam até a pintura ou auxiliam no processo de manutenção e limpeza.

9. Tendência

Há cada dia uma nova tendência surge e dificulta ainda mais na tomada de decisão. Mas, se você pensa a longo prazo, evite modismos. Claro que você não deve ignorar o que está em alta, mas tente comparar a qualidade do material e colocar na balança todos os pontos citados para identificar se vale a pena o investimento, já que esses produtos tendem a ser mais caros.

10. Armazenamento

Por fim, o modo como o material será armazenado após a compra também deve ser um quesito a ser analisado. Por falta de espaço, ou por ficar exposto ao tempo, pode interferir na sua qualidade.

Por exemplo, o cimento e a areia devem ser comprados com intervalo curto de tempo antes do início das obras. Isso é necessário para que se evite a perda de material e empedramento. Enquanto os tijolos e pisos, devem ser bem selecionados, evitando a compra de materiais fissurados.

Fonte: lexmade.com.br.