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Principais modelos de construção residencial: qual é a melhor opção?

Publicado em 24 de janeiro de 2023

Na hora de iniciar uma obra, é comum surgir a dúvida sobre qual modelo é mais econômico para o bolso e mais seguro para a família. Entretanto, é importante não deixar de optar por aquele que, além de se encaixar dentro do orçamento, seja o ideal para o tipo de construção idealizada.

Evitar o desperdício é um aspecto muito importante e que pode comprometer um projeto. Estudos desenvolvidos na Escola Politécnica da USP concluíram que as perdas de materiais na construção civil chegam a 8% e as perdas financeiras, inclusive aquelas relativas a custos de retrabalhos, chegam a 30%.

Modelos de construção

Cada sistema construtivo possui características próprias que devem ser levadas em consideração na hora de iniciar uma obra.

A construção tradicional é baseada em alvenaria, blocos cerâmicos, de concreto ou tijolos de barro, muito comuns no Brasil. A argamassa utilizada consome centenas de litros de água na sua produção, dependendo do tamanho da obra, além de ser um método de edificação que gera bastante resíduo, o chamado entulho. Tanto o elevado consumo hídrico como os resíduos de obra causam grande impacto ambiental.

A construção industrializada ou pré-fabricada é entendida como o processo no qual as práticas da indústria de transformação podem ser aplicadas ao processo construtivo. Ela segue um conceito que significa “uma construção feita por peças previamente fabricadas para posterior montagem”. As casas pré-fabricadas em madeira são bastante conhecidas no Brasil. A principal diferença entre elas e as edificações utilizando o steel frame, é com relação à durabilidade dos materiais e a necessidade de manutenções periódicas.

O steel frame permite uma pré-fabricação total na oficina, reduzindo notavelmente o tempo de montagem em obra. Isso evita atrasos devido a condições climatéricas adversas e gera uma melhoria substancial nas condições de trabalho dos operadores.

Segundo levantamento realizado pela e8 inteligência, a pedido da Associação Brasileira da Construção Metálica (ABCEM) e do Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA), o faturamento bruto estimado de 37 fabricantes do segmento aumentou 72,8%, no ano passado, para R$ 743 milhões. A produção cresceu 17,2%. Das 79,1 mil toneladas totais, 56,2 mil toneladas são perfis para a “drywall” e 22,9 mil toneladas, perfis para “light steel frame” (estrutura de aço galvanizado).

A industrialização é uma das características fundamentais do steel frame, uma vez que o aço galvanizado, principal material que compõe o sistema, tem origem industrial. Os perfis são fabricados por processos automatizados que garantem materiais padronizados e com características idênticas, tanto em medidas quanto em desempenho técnico. Além disso, todos os materiais utilizados no sistema construtivo são certificados e obedecem a rígidas normas regulamentares.

Portanto, ter materiais industrializados dá ao sistema a possibilidade de saber antecipadamente qual será o consumo final de cada componente, seus resíduos, seu comportamento dentro da solução construtiva e o impacto ambiental que irá gerar. Essas características permitem uma melhor previsão de gastos, além de ser um modelo muito mais econômico do que os demais citados anteriormente, se tornando uma opção ideal de processo construtivo.

 

Fonte: noticias.dino.com.br